Publicado por: osmarmalta | 23 de janeiro de 2020

Aula 6º ano – POLUIÇÃO DA ÁGUA

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A água é realmente uma substância muito importante para o surgimento e desenvolvimento da vida em nosso planeta. Infelizmente, ao longo dos séculos, as atividades humanas vêm poluindo esse bem tão precioso para nós.

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Publicado por: osmarmalta | 9 de abril de 2018

Aula 8º ano – EMBRIOLGIA

Vídeo disponível no: youtube.com

Publicado por: osmarmalta | 9 de abril de 2018

Aula 8º ano-EMBRIOLOGIA

EMBRIOLOGIA

  1. DEFINIÇÃO

A embriologia é uma área da biologia que estuda o desenvolvimento embrionário dos organismos vivos, ou seja, o processo de formação do embrião a partir de uma única célula, o zigoto, que originará um novo ser vivo.

A ciência que estuda esse processo de desenvolvimento do indivíduo a partir do zigoto é a Embriologia.

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Publicado por: osmarmalta | 25 de agosto de 2017

AULA 7º ANO – ANIMAIS VENENOSOS

ANIMAIS VENENOSOS

 

Embora a raça humana possa se gabar por possuir o cérebro mais desenvolvido entre todas as espécies da Terra, no que diz respeito à força, tamanho e velocidade, todos nós perdemos feio. Além disso, alguns animais são tão venenosos que basta uma picada para matar dezenas de pessoas.

Muitos termos em biologia são usados como sinônimos, sendo importante entender e usar os termos corretos. Duas palavras que são facilmente usadas como sinônimos são: peçonha e veneno.

ANIMAIS PEÇONHENTOS: A peçonha é uma toxina produzida exclusivamente por animais e é capaz de alterar o metabolismo de um outro animal. Animais peçonhentos possuem estruturas (espinhos e dentes, por exemplo) que conseguem injetar o veneno dentro do corpo do outro animal. Esse veneno pode ser produzido tanto por plantas como por animais e também é capaz de alterar o metabolismo de outro ser, porém o animal portador do veneno não consegue injetá-lo, ou seja, o veneno só entra no corpo do outro animal através do sistema digestivo, respiratório ou pela pele.

Os animais peçonhentos mais conhecidos são as cobras. Talvez a mais conhecida no Brasil seja a cascavel, que possui um guizo que emite um sinal de ataque. No entanto, são as jararacas as responsáveis por cerca de 90% dos incidentes com cobras registrados no Brasil. Vale lembrar que nem todas as cobras são peçonhentas, como é o caso da jiboia, da sucuri e da anaconda.

ANIMAIS VENENOSOS: São aqueles que produzem veneno, mas não possuem um aparelho inoculador (dentes, ferrões) provocando envenenamento passivo por contato (taturana), por compressão (sapo) ou por ingestão (peixe baiacu).

Um bom exemplo de animal venenoso é o peixe baiacu, que possui toxinas em vários tecidos do corpo, como o fígado, brânquias e intestinos causando envenenamento quando ingerido.

 

OS ANIMASI MAIS VENENOSOS DOS BRASIL

O Brasil é um dos países com maior diversidade biológica do mundo. Segundo um estudo do Departamento de Zoologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o país abriga um total de 1,8 milhão de espécies (sim, de espécies, e não de espécimes!) conhecidas.

Nessa lista, alguns bichos são mais fofos e carismáticos, como os golfinhos e as preguiças. Mas quem dera o reino animal fosse constituído só de fofura. Dentre nossos quase 2 milhões de espécies, há também aquelas que são difíceis de engolir: os animais peçonhentos.

Diferentemente dos animais venenosos – que até produzem o veneno, mas não têm como aplicá-lo em você – os animais peçonhentos estão com a faca e o queijo na mão. Eles não só são venenosos, como sabem muito bem como te envenenar caso se sintam ameaçados. Na lista de hoje, vamos conhecer os animais mais perigosos da nossa fauna:

Jararacuçu; Cascavel; Surucucu; Coral verdadeira; Aranha-marrom; Aranha armadeira; Viúva-negra; Escorpião-amarelo.

 

MEDIDAS PREVENTIVAS

Usar botinas com perneiras ou botas de cano alto no trabalho, pois 80% das picadas atingem as pernas abaixo dos joelhos.

Usar luvas de couro nas atividades rurais e de jardinagem; não colocar as mãos em buracos na terra, ocos de árvores, cupinzeiros, utilizando para isso um pedaço de pau ou enxada.
Examinar os calçados, pois serpentes podem refugiar-se dentro deles.
Vedar frestas e buracos em paredes e assoalhos.
Limpar as proximidades das casas, evitando folhagens densas junto delas.
Evitar acúmulo de lixo, entulhos e materiais de construção.
Avaliar bem o local onde montar acampamentos e fazer piqueniques.
Preservar inimigos naturais (raposa, gambá, gaviões e corujas) e criar aves domésticas, que se alimentam de serpentes.

Examinar e sacudir calçados e roupas pessoais, de cama e banho, antes de usá-las.
Afastar camas das paredes e evitar pendurar roupas fora de armários.
Limpar o domicílio, observando atrás de móveis, cortinas e quadros.
Combater a proliferação de insetos, principalmente baratas e cupins, pois são alimentos preferidos dos aracnídeos.

 

TRATAMENTO

Animais peçonhentos são reconhecidos como aqueles que produzem ou modificam algum veneno e possuem algum aparato para injetá-lo na sua presa ou predador. Os principais animais peçonhentos que causam acidentes no Brasil são algumas espécies de serpentes, de escorpiões, de aranhas, de lepidópteros (mariposas e suas larvas), de himenópteros (abelhas, formigas e vespas), de coleópteros (besouros), de quilópodes (lacraias), de peixes, de cnidários (águas-vivas e caravelas), entre outros. Os animais peçonhentos de interesse em saúde pública podem ser definidos como aqueles que causam acidentes classificados pelos médicos como moderados ou graves.

O ministério da saúde recomenda em caso de acidente:

 PROCURE ATENDIMENTO MÉDICO IMEDIATAMENTE;  Se possível, e caso tal ação não atrase a ida do paciente ao atendimento médico, lave o local da picada com água e sabão (exceto em acidentes por águas-vivas ou caravelas), mantenha a vítima em repouso e com o membro acometido elevado até a chegada ao pronto socorro;  Em acidentes nas extremidades do corpo, como braços, mãos, pernas e pés, retire acessórios que possam levar à piora do quadro clínico, como anéis, fitas amarradas e calçados apertados;  Não amarre (=torniquete) o membro acometido e, muito menos, corte e/ou aplique qualquer tipo de substancia (pó de café, álcool, entre outros) no local da picada;  Especificamente em casos de acidentes com águas-vivas e caravelas, primeiramente, para alívio da dor inicial, use compressas geladas de água do mar (ou pacotes fechados de gelo – “cold packs” – envoltos em panos, se disponível). Em seguida, realize a lavagem do local da lesão com ácido acético a 5% (Ex. vinagre), sem esfregar a região acometida, para evitar o aumento do envenenamento. É importante que não seja utilizada água doce para lavagem do local da lesão, nem para aplicação das compressas geladas, pois a água doce pode piorar o quadro do envenenamento. A remoção dos tentáculos aderidos à pele deve ser realizada de forma cuidadosa, preferencialmente com uso de pinça ou lâmina. Procure assistência médica para avaliação clínica do envenenamento e, se necessário, realização de tratamento complementar;  Não tente “chupar o veneno”, essa ação apenas aumenta as chances de infecção local;  Informe ao profissional de saúde o máximo possível de características do animal, como: tipo de animal, cor, tamanho, entre outras;

 

BIBLIOGRAFIA

1.http://www.iguiecologia.com/diferenca-entre-animais-venenosos-e-peconhentos/

2.http://www.grupoescolar.com/pesquisa/animais-peconhentos-e-venenosos.html

3.https://super.abril.com.br/blog/superlistas/8-animais-mais-peconhentos-do-brasil/

  1. http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/2015-03-11-18-25-21

 

 

Publicado por: osmarmalta | 20 de junho de 2017

AULA 7º ANO – FATORES BIÓTICOS E ABIÓTICOS

FATORES BIÓTICOS E ABIÓTICOS

 

  1. FATORES BIÓTICOS

Biótico (bio = vida)

Em ecologia, chamam-se fatores bióticos todos os elementos causados pelos organismos em um ecossistema que condicionam as populações que o formam. Fatores bióticos são todos os organismos vivos presentes no ecossistema e suas relações.

Podem ser classificados em:

  • Produtores: Organismos vivos autotróficos (produzem o próprio alimento). Conseguem produzir matéria orgânica a partir de matéria inorgânica ou mineral, utilizando-se de uma fonte de energia externa. Os seres fotossintetizantes como as plantas, as algas e algumas bactérias são exemplos de produtores. Representam o primeiro nível trófico.
  • Consumidores: Organismos vivos heterotróficos (não produzem alimento), que dependem das substâncias orgânicas produzidas por outros organismos. São divididos em: CONSUMIDORES PRIMARIOS, CONSUMIDORES SECUNDÁRIOS E CONSUMIDORES TERCIÁRIOS.
  • Decompositores: Organismos vivos que decompõem matérias orgânicas em inorgânicas para obter energia. Este grupo inclui alguns fungos e bactérias.

Muitos dos fatores bióticos podem traduzir-se nas relações ecológicas que se podem observar num ecossistema, tais como a predação, o parasitismo ou a competição.

  • Fatores bióticos:
    • produtores
    • macroconsumidores
    • microconsumidores.

 

 

  1. FATORES ABIÓTICOS

Abiótico ( A =não, bio = vida)

Em ecologia, denominam-se fatores abióticos todas as influências que os seres vivos possam receber em um ecossistema, derivadas de aspectos físicos, químicos ou físico-químicos do meio ambiente, tais como a luz, a temperatura, o vento, etc.

Os fatores abióticos são componentes não vivos que influenciam a vida dos seres vivos presentes no ecossistema. Através dos fatores abióticos os seres vivos fazem adaptações para seu desenvolvimento. Esses fatores variam de valor de local para local, o que determina uma grande variedade de ambientes.

Esses elementos podem ser físicos ou químicos.

  1. A) Os fatores físicos

Constituem o clima do ecossistema, determinado principalmente pela radiação solar que chega à Terra. As radiações além de proporcionar a luz, que é fundamental para que ocorra fotossíntese (produção de alimento pelos organismos autótrofos), também influenciam na temperatura, que é uma condição ecológica decisiva para a vida na superfície terrestre. A temperatura influencia outros fatores climáticos tais como ventos, umidade relativa do ar e pluviosidade.

  1. B) Os fatores químicos

Alguns elementos químicos, como os sais minerais são nutrientes importantes e essenciais para garantir a sobrevivência dos organismos. Os fosfatos, por exemplo, são importantes para a formação dos ácidos nucleicos, o magnésio participa da clorofila. Os ciclos biogeoquímicos, do nitrogênio, do oxigênio, do carbono contribuem com a ciclagem dos nutrientes e o fluxo de energia para a manutenção do equilíbrio dos ecossistemas.

  • Fatores abióticos:

Substâncias inorgânicas, compostos orgânicos, regime climático, temperatura luz, pH, oxigênio e outros gases, umidade e solo.

 

 

  1. RELAÇÃO DOS FATORES BIÓTICOS E ABIÓTICOS COM O ECOSSISTEMA

Os fatores bióticos e abióticos estão em permanente ligação sistêmica. Por isso, tanto os elementos físicos quanto os químicos determinam a estrutura e o funcionamento das comunidades vivas, afetando as relações ecológicas de um ambiente.

Essas relações podem ser intraespecíficas (quando ocorre entre organismos da mesma espécie) ou interespecíficas, quando estabelecida entre espécies diferentes.

 

  1. BIBLIOGRAFIA
  2. http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Ecologia/abioticosebioticos.php
  3.  http://www.fragmaq.com.br/blog/sao-fatores-bioticos-abioticos-diferenca
  4. https://www.todamateria.com.br/fatores-bioticos-e-abioticos
  5. http://www.infoescola.com/ecologia/fatores-bioticos

 

 

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